Botelho minimiza DEM ‘coadjuvante’

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PABLO RODRIGO

Gazeta Digital

Presidente da Assembleia Legislativa e uma das principais lideranças do DEM em Mato Grosso, Eduardo Botelho minimizou o fato do partido disputar as eleições de 2020 como “coadjuvante” nas principais cidades do Estado. O deputado estadual acredita que o partido não perderá sua influência e que a sigla decidiu fazer um novo jeito de política para contemplar o seu arco de aliança.

“O grupo é bom. O grupo tem nomes importantes, como em Várzea Grande nós escolhemos o nome de  Kalil Baracat (MDB). Não é do DEM , mas é correligionário, é do grupo que elegeu Mauro Mendes, Jayme Campos. Então por que não ele?”, argumentou.

Em Várzea Grande, o DEM terá como vice do MDB José Hazama (DEM). Mesmo obtendo êxito, a sigla deixará de administrar a segunda maior cidade do Estado. Botelho citou que em Cuiabá a também ficou a vice-prefeitura. A coligação tem Roberto França (Patriotas) como candidato e lançou Marcelo Bussiki (DEM) de vice.

“Ele tem um histórico de grande prefeito, de deputado estadual, federal, de honestidade. Então por que não trabalharmos com ele? Então chegamos nessa decisão. O DEM não tem problema nenhum trabalhar com qualquer um do grupo, que seja bom e vai dar resultado do povo. Não tem problema sermos vice ou nem participar”, explica Botelho.

O Democratas é a sigla que mais lançou candidaturas a prefeito em Mato Grosso. De acordo com o levantamento feito pela própria direção estadual, são 62 candidatos a prefeito e 42 a vice. Apesar do número expressivo, o partido do governador Mauro Mendes não possui candidaturas nas principais cidades do Estado.

Além da Capital e Várzea Grande, em Sinop, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Primavera do Leste e Cáceres, o DEM também não será protagonista. Apenas em dois grandes polos, o partido tem candidaturas próprias. Em Rondonópolis com Thiago Muniz e Barra do Garças com Welinton Marcos.

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