Política

EP defende união de políticos por vocação para eleições

Khayo Ribeiro

Gazeta Digital

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), defendeu que um grupo de políticos “vocacionados” se una para a defesa de um “novo modelo” de gestão em Mato Grosso.

Sem citar uma oposição direta à gestão do governador Mauro Mendes (DEM), de quem é antagonista político, o prefeito defendeu que esse grupo de vocacionados solucionará problemas como a distribuição irregular de renda no estado.

A fala do prefeito, feita após o gestor tomar a terceira dose da vacina contra a covid-19, traz como políticos vocacionados aptos a realizarem a “nova gestão” nomes como o de Júlio Campos (DEM), Carlos Bezerra (MDB), Zé do Pátio (SD), Nilson Leitão (PSDB), Emanuelzinho (PTB) e o próprio Emanuel.

“Mas eu defendo a união dessas forças política para discutir um novo projeto, um projeto alternativo para o Estado, não contra ninguém, mas a favor do Mato Grosso e a favor do desenvolvimento econômico e social do nosso estado, um novo modelo de gestão, aonde possamos promover a inclusão e a justiça social”, disse.

“Sem essa concentração exorbitante de riquezas e de renda, onde o estado mais rico do Brasil produz é o estado que tem aí uma dos mais podemos até exemplificaria mas o estado rico e um povo pobre”, acrescentou.

Em sua fala, Emanuel defendeu ainda a continuidade dos políticos que “têm história” contra aqueles que supostamente se apresentam à vida pública como “salvadores da pátria”.

“E eu acho que só a classe política que tem história nesse estado do que tem serviços prestados nesse estado se unindo é que podemos construir um projeto alternativo. E eu hoje quero me dedicar a isso. Estou me dedicando a isso”, ponderou.

Nesse sentido, o prefeito frisou que não defende um nome específico para liderar esse projeto, mas, sim, nomes que estejam dispostos a somar para a realização do novo modelo.

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