Política

França alega que convênio foi aprovado e ataca EP por “paletó” e secretários afastados em Cuiabá

Ex-prefeito afirma que atual gestor “deve passar detergente” para falar de alguém

Da Redação

“Quem foi flagrado enfiando o dinheiro no paletó não fui eu. Emanuel não tem moral para falar de ninguém. Ele já deveria estar preso por tantas denúncias de corrupção que existem contra ele e quatro de seus secretários, um foi preso e três afastados pela Justiça por denúncias de corrupção”. A declaração foi feita esta tarde pelo candidato a prefeito pelo Patriota, Roberto França, em resposta aos recentes ataques do atual prefeito.

França disse que já desmascarou em seu programa eleitoral mais uma mentira de Emanuel. Os documentos oficiais do Ministério da Cultura, exibidos no programa, mostram que os técnicos concluíram que os recursos tiveram “boa e regular aplicação na reforma parcial da Casa do Alferes, sede do Museu da Imagem e do Som”.  O parecer recomendou a aprovação  da prestação de contas com registro de ‘Aprovado”. E mais, atesta que a prefeitura investiu um valor superior ao que estava previsto. Para o Ministério da Cultura,  “o objeto  foi plenamente cumprido”.

A assessoria jurídica da coligação Todos por Cuiabá esclareceu ainda em nota à imprensa, que a sentença proferida pela 7ª Vara Federal foi objeto de recurso de apelação criminal e se encontra em análise pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. No recurso, ficou demonstrado que todos os recursos enviados pelo Ministério da Cultura foram aplicados corretamente e isso foi atestado pelo Governo Federal.

A nota afirma ainda que “o Tribunal certamente reformará a decisão, que partiu de um pressuposto claramente equivocado. Não houve um único centavo desviado. O objeto do convênio precisou ser alterado, porque a Casa do Alferes sofreu um incêndio e corria risco de desabamento. Portanto, ao invés de reforma externa, a Prefeitura precisou realizar uma reforma interna para evitar desabamento. Qualquer ato diverso seria uma irresponsabilidade da gestão e colocaria em risco o patrimônio cultural cuiabano”.

“Emanuel precisa passar detergente na boca, não tem moral, não tem credencial nenhuma pra falar de ninguém. Além do flagrante escandaloso do paletó, onde ele apareceu para o Brasil e o mundo enfiando dinheiro de propina no bolso, ainda teve três secretários afastados e um preso por denúncias de corrupção. Emanuel é corrupto e mentiroso também”, finalizou França.

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