Política

Gisela vai “enquadrar” corruptos, auditar contratos e ter gestão eficiente

Desta forma, afirma a candidata, será possível destinar recursos para áreas essenciais.

Da Redação

O plano de governo da coligação “Mãos limpas e unidas por Cuiabá” (PROS/PDT/Rede/Avante) está centrado em cinco eixos. O primeiro deles é o combate implacável à corrução e a gestão eficiente. Desta forma, afirma a candidata à prefeita Gisela Simona, será possível promover a apropriada destinação dos recursos públicos para investir em áreas essenciais.

Gisela adianta que vai seguir à risca o plano a começar por uma varredura nos principais contratos e que vai permitir não só diagnosticar se há casos de superfaturamento como também economizar recursos. “Precisamos comprar bem e pagar em dia os fornecedores. É inadmissível pagar valores acima do mercado”, comenta.

Mas, Gisela Simona entende também que não basta apenas coibir a corrupção, mas também melhorar a gestão dos recursos públicos. Para isso, pretende implantar uma Central de Custo, no âmbito da administração municipal, para subsidiar os gestores nas tomadas de decisões, com informações fidedignas, atualizadas e que permita a mensuração dos custos sob a ótica administrativa e programática.

Por outro lado, eleita prefeita de Cuiabá, Gisela vai aplicar a Lei Municipal n° 6.457/2019, que dispõe sobre a instituição do Programa de Integridade nas empresas que contratarem com a Administração Pública do município de Cuiabá. A lei, apesar de ser promulgada e publicada em 06/11/2019, não foi implantada na prefeitura.

A norma busca a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas, pela prática de atos contra a Administração Pública. “Uma ótima ferramenta de modernização da gestão e combate à corrupção, com foco na governança”, observa a candidata. Para tanto, será necessário criar um grupo de estudo para regulamentar e implantar o Programa de Integridade nas empresas que contratarem com a Administração Pública do município de Cuiabá.

A gestão de Gisela Simona também vai implantar Unidades de Controle Interno Setoriais, ligadas diretamente ao gestor das pastas e a Controladoria Geral, com o objetivo de identificar a inexistência, deficiência, falha ou não cumprimento das normativas e legislação pertinente.

“Vamos avaliar os níveis de segurança dos controles internos existentes no órgão, sugerindo ou recomendando a implementação ou melhoramento dos procedimentos de gestão”, ressalta a candidata, que pretende fazer uma gestão isenta de improvisação e que não vai aceitar o jogo de interesses patrimonialistas.

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