Política

Leitão garante que será base de Bolsonaro

Da Redação

Os adversários de Nilson Leitão (PSDB) insistem em tentar criar rivalidade entre o candidato e o atual presidente, Jair Bolsonaro (sem partido), que, segundo Nilson, não existe e nunca existiu. Além de terem trabalhado juntos durante os mandatos na Câmara Federal, os ex-deputados têm ideias e interesses em comum para o país. Como senador, Leitão vai estar aliado, como esteve desde o começo, com os princípios de Bolsonaro, de forma que o povo mato-grossense possa se beneficiar desta harmonia.

Nilson Leitão reconhece que a classe política sofre de falta de credibilidade por parte da população, trazendo, para o eleitor, o sentimento de desconfiança. Porém, ele acredita que com a eleição de Bolsonaro em 2018, uma página, das muitas que faltavam, já foi virada. A sua única dúvida, no entanto, é sobre qual será a postura do próximo senador escolhido no dia 15 de novembro. “Agora nos resta saber qual será o comportamento do candidato eleito em relação ao Bolsonaro”, questionou.


O histórico de Nilson e seu projeto de nação andam em conjunto com as convicções do presidente. “Eu, de todos os 11, talvez seja o único que comprovou que defende as mesmas ideias e as teses de Bolsonaro. Ele participou comigo de comissões, da CPI do Incra e da Funai, das quais fui relator e o presidente votou a favor do meu relatório. Fui presidente da PEC 215 para mudar a demarcação da área indígena, e o presidente Bolsonaro esteve lá, acompanhando o nosso relatório”, afirmou.

Ele relembra que, na sua trajetória, ambos estiveram juntos a favor de um Brasil novo, sobretudo na retirada do Partido dos Trabalhadores (PT) do poder. “Fui líder do impeachment e fui líder da oposição. Durante os meus 8 anos, eu tive um comportamento a favor de um ideal que hoje o Brasil defende e continua defendendo. Eleito senador, eu estarei ao lado do presidente Bolsonaro lutando pelas mesmas ideias que lutei até agora”, ressaltou.

De acordo com o tucano, ele não pretende mudar quem é apenas para ganhar votos ou para agradar o poder executivo. “Não estarei modificando o meu comportamento. O Brasil não precisa mudar de lei, precisávamos que o presidente mudasse de comportamento. Bolsonaro fez isso, um novo comportamento para o Brasil, e ele terá todo o meu apoio para continuar fazendo as transformações e as reformas que o país precisa”, finalizou.

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