Política

Ministro Paulo Alvim visita Cuiabá para estruturar instituto

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Paulo Alvim, deve cumprir agenda em Cuiabá no dia 15 de dezembro para anunciar a definitiva implantação e estruturação do Instituto Nacional de Pesquisas do Pantanal (INPP), que compreenderá, ao todo, uma estrutura física de 5.000 m² no campus da Universidade Federal de Mato Grosso.

O anúncio foi feito pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), presidente da Subcomissão Permanente do Pantanal no Senado Federal e autor do projeto de lei que cria o Estatuto do bioma. Segundo ele, além do atual ministro, a visita pode incluir o ex-ministro (hoje senador eleito por SP), Marcos Pontes.

Criado em 2014, o INPP não conta com quadro de pesquisadores e técnicos para realizar o objetivo para o qual foi criado: promover a pesquisa e a formação de um banco de dados sobre o pantanal de Mato Grosso. Passos importantes foram dados na semana passada com a assinatura, pelo presidente Jair Bolsonaro, de uma portaria que permite a formação de quadro de pessoal para o instituto.

“Estamos trabalhando para a estruturação e implantação definitiva do INPP”, diz o senador. Segundo ele, o instituto será fundamental para apontar os caminhos para o desenvolvimento sustentável do pantanal, promovendo a ciência, a educação e a inovação. “Precisamos garantir a vida dos animais, da flora e do homem que mora no pantanal, seja ele quilombola, ribeirinho, indígena, pecuarista etc.”


Segundo Wellington Fagundes, a estruturação e implantação do INPP possibilitará a busca de recursos mediante parcerias com instituições nacionais e internacionais, a destinação de emendas parlamentares e até a parceria com a iniciativa privada.

O reitor da UFMT, Evandro Soares, ressaltou o trabalho do senador Wellington Fagundes e equipe, que marcaram várias audiências no MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) para tratar da estruturação do INPP.

O professor Paulo Teixeira, que foi o primeiro a sugerir a criação do INPP juntamente com as pesquisadoras Carolina Joana e Cátia Nunes, comemorou a notícia da criação do quadro de pessoal, mas lembrou que há outros passos ainda a serem conquistados.

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