Política

Na TV, França nega ter sido “carrasco” de servidor: “paguei 56 folhas em 4 anos”

Ex-prefeito afirmou ainda que CDC não deu “1 centavo” de prejuízo aos servidores

Da Redação

O ex-prefeito de Cuiabá e candidato ao cargo nas eleições deste ano, Roberto França (Patriota), usou seu tempo no horário eleitoral da noite desta quarta-feira (28) para desmistificar a crença de que foi um “carrasco” para o funcionalismo público durante o período em que esteve a frente do Palácio Alencastro, entre 1997 e 2003.

O programa lembrou que, quando França assumiu a gestão, a prefeitura tinha dívidas de R$ 450 milhões e 6,5 folhas salariais atrasadas. Ele destacou que pagou em dia todos os salários de sua gestão e, gradativamente, quitava as dívidas que herdou.

“Em 4 anos, Roberto pagou 48 salários, 4 décimos terceiros e mais 4 folhas das seis folhas e meia que ele herdou. Em 4 anos, Roberto pagou 56 folhas, além de 1/3 das férias”, diz o locutor.

Além disso, o programa colocou que não houve prejuízos aos servidores que contraíram empréstimos CDCs, tendo a prefeitura como “avalista”. “Não teve nenhum centavo de prejuízo”.

O ex-prefeito disse que esse “mito” de ter sido carrasco para os servidores é uma das razões para disputar o comando do Palácio Alencastro após 16 anos. “Quero resgatar a confiança do servidor público que sempre depositou e acreditou em mim”, concluiu.

OUTROS CANDIDATOS

Os demais candidatos repetiram os programas exibidos no início da tarde. Emanuel Pinheiro (MDB) e Gisela Simona (PROS) também abordaram o funcionalismo público, já que hoje é Dia do Servidor.

Abílio Junior (Podemos) colocou que tem sido chamado de “louco” pelos adversários porque ele não podem lhe chamar de ladrão. Julier Sebastião (PT) afirmou que irá criar a Empresa Cuiabana de Transporte Público para poder baratear a tarifa do transporte.

Gilberto Lopes Filho atacou a “corrupção sistêmica” e Paulo Henrique Grande defendeu a desburocratização da máquina pública.

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